quarta-feira, 5 de março de 2014

Saiba o que significam as letras E, G, H, H+ e 3G quando aparecem no ecrã

Quando você utiliza a internet do seu smartphone já deve ter percebido a presença dos sinais “E”, "G", "H", "H+" ou "3G" do lado da barra de sinais do aparelho, certo?
Caso tenha ficado curioso ao ver as letras, mas não teve tempo de pesquisar, saiba que a resposta é simples: os sinais simbolizam o tipo de tecnologia que está sendo empregada naquele momento, bem como a oscilação da velocidade de conexão no seu celular.


A diferença entre "E", "G", "H", "H+" e “3G”

A letra G representa a tecnologia GPRS (General Packet Radio Service) que começou a ser usada em 2000. Ela pode gerar dados com velocidade de até 171,2 Kb/s (kilobits por segundo);
A letra E simboliza a tecnologia EDGE (Enhanced Data Rates for GSM Evolution). Tal tecnologia é um pouco mais veloz que a anterior, representada pela letra G. Ela pode atingir a velocidade máxima de 473,6 Kb/s;
A letra H faz referência a tecnologia HSPA (High Speed Packet Access) ou o padrão HSDPA (High Speed Downlink Packet Access). Esta conexão atinge uma velocidade considerada alta, de até 14 Mb/s (megabits por segundo).



O símbolo H+ indica a tecnologia chamada Evolved HSPA (HSPA Evoluído). Esta pode chegar a velocidades de até 168 Mb/s para download e 22 Mb/s para upload;

A sigla 3G faz referências às tecnologias móveis de terceira geração. Os padrões como HSPA e HSPA+ costumam ser chamados de 3G, no entanto, não são. Quando a sigla 3G aparece em um aparelho, no geral faz referência à tecnologia UMTS (Universal Mobile Telecommunications Service), que pode atingir velocidades de até 2 Mb/s.



Fonte:Rafaela Pozzebon

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Primeiras Grandes Novidades da Nokia. A Nokia apresenta Nokia X, o Nokia com Andorid no Mobile World Congress

A Nokia aderiu ao mundo Android. Durante o Mobile World Congress, em Barcelona, a empresa acabou com o supense e apresentou ao mundoi sua de smartphones Nokia X, que roda aplicativos Android, oferece os serviços Microsoft e a experiência da marca Nokia. De acordo com Stephen Elop, vice-presidente executivo da Nokia Devices & Services, os três modelos são parte do compromisso da companhia em conectar o próximo bilhão de pessoas à Internet.

O Nokia X, Nokia X+ e Nokia XL, que rodam uma versão AOSP do Android 4.4 (KitKat), foram concebidos para compor o mercado em rápido crescimento de smartphones acessíveis e fornecer uma porta de entrada para a linha Lumia e os serviços Microsoft tais como Skype, OneDrive e Outlook.com.

Em vez de acesso ao Google Play e a serviços do Google, como o Gmail e o Google Maps, os usuários podem ainda acessar nas apps da Loja Nokia e em outras dezenas de lojas de aplicativos disponíveis no mercado, além de contarem com a opção de usar um cartão de memória com apps pré-carregados. O consumidor também pode aproveitar as experiências dos serviços assinados pela Nokia como o gratuito HERE Maps, com mapas offline e navegação integrados, e o Nokia MixRadio para o streaming gratuito de músicas e download de playlists. Todos os aparelhos também têm pré-instalados vários apps e games de diferentes desenvolvedores, incluindo Plants vs. Zombies 2, Viber, Vine e Twitter.



Com a compra de um modelo da família de smartphones Nokia X, em mercados selecionados, será oferecido gratuitamente um mês de ligações gratuitas ilimitadas por Skype por tempo limitado, ideal para fazer chamadas internacionais para telefones fixos em mais de 60 países e para telefones celulares em 8 países. O Nokia X começa a ser vendido imediatamente, ao preço sugerido de 89 euros, nas regiões da Ásia-Pacífico, Europa, Índia, Oriente Médio e África e em seguida na América Latina. Já o Nokia X+ e o Nokia XL são esperados para chegar no início do segundo trimestre por 99 euros e 109 euros, respectivamente. Ambos os aparelhos X e X+ estarão disponíveis nas cores verde, vermelho fluorescente, ciano, amarelo, preto e branco.

O modelo Nokia X, possui um display IPS capacitivo de 4’’ e câmera de 3MP. Já o Nokia X+ é otimizado para usuários multimídia que podem aproveitar jogos, músicas, fotos e vídeos graças à sua maior capacidade de memória e armazenamento. Toda a família Nokia X conta com processador dual core Qualcomm Snapdragon e suporta dois chips, permitindo aos usuários fazerem a troca do cartão SIM para usufruírem de condições desejadas para ligações e uso de dados.  Todos os aparelhos possuem Fastlane, tela que permite facilmente escolher os aplicativos preferidos.


Nokia Asha 230 e Nokia 220: celulares para a nova geração

A Nokia também lançou mais dois aparelhos desenhados para as pessoas se conectarem a Internet pela primeira vez: mais um integrante da família de celulares Asha, full-touch e o Nokia 220, um celular simples que dá acesso à Internet e aos aplicativos de redes sociais por 29 euros.

O Nokia Asha 230 inclui Fastlane e acesso aos conhecidos apps sociais como Line, WeChat e WhatsApp. Deslizar apenas uma vez o dedo de baixo para cima na tela de bloqueio do Nokia Asha 230 já é suficiente para ativar a câmera do aparelho e um único toque permite ao usuário compartilhar imagens em suas redes sociais favoritas imediatamente. Com uma breve atualização de software, o Nokia Asha 230 irá disponibilizar 7GB gratuitos de armazenamento em nuvem no Microsoft OneDrive, e a opção de backup automático de fotos para a nuvem.

Custando 45 euros, o Nokia Asha 230 é o aparelho Asha touch mais acessível. Disponível em um ou dois chips, ele será comercializado nos seguintes mercados: Ásia-Pacífico, Europa, Índia, América Latina, Oriente Médio e África.

Já o Nokia 220 tem tela colorida de 2.4’’ e teclado resistente a riscos e poeira. Vem com Facebook, Twitter e Bing pré-instalados. Os preços de varejo começam em 29 euros e estará disponível imediatamente nas versões um ou dois chips nas regiões de Ásia-Pacífico, Europa, Índia, América Latina, Oriente Médio e África.

Fonte:idgnow

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Facebook comemora uma década de existência( 10 anos)

O Facebook está de aniversário! Porém, para comemorar os próximos anos a rede social terá que focar ainda mais em mobilidade, revelam as pesquisas.

A maior e mais famosa rede social do mundo está completando 10 anos nesta terça-feira  e além dos vários motivos para comemorar também há uma preocupação, ou seja, como se manter no topo. O Facebook, podemos dizer que, mudou a vida dos usuários de internet, com 1,2 bilhão de participantes, através da rede social já foi possível desenvolver novas ideias, promover encontros e até organizar protestos.



O Facebook surgiu oficialmente em 2004 e desde então, traçou muitas conquistas e desafios. Actualmente a rede social de Mark Zuckerberg está presente em mais de 100 idiomas no mundo todo.

De acordo com o diretor geral do Facebook Brasil, Leonardo Tristão, o dia de hoje precisa ser comemorado pelo usuário.

“Aos 10 anos de vida, entendemos que este é um momento para celebrar não o que o Facebook tem feito, mas o que as pessoas têm feito com o Facebook. Vimos como o Facebook foi utilizado para reunir brasileiros em momentos de mobilização. Os termos “manifestação” e “vem pra rua”, por exemplo, estiveram entre os 10 temas mais comentados pelos brasileiros no Facebook em 2013.”
“A plataforma se transformou em um megafone gigante e deu voz às pessoas que não a teriam de outra forma. As mídias sociais ajudaram a democratizar a informação e estão contribuindo para o avanço de pilares básicos das sociedades no mundo todo. Não temos também como ignorar o papel das redes sociais em mobilizações ao redor do mundo, como no Oriente Médio.”

No entanto, como nem todo o caminho é só de flores, o Facebook, de acordo com algumas pesquisas, está perdendo usuários em alguns países.

Um estudo realizado pela University College London em oito países, por exemplo, que teve duração de 15 meses, revelou que os adolescentes estão abandonando o Facebook com a chegada dos pais à rede social.

A Universidade de Princeton disse ainda que o Facebook deixará de existir em pouco tempo, e que até 2015, 80% dos usuários abandonariam a rede social.


Fonte:Revista It

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Quais as diferenças entre processadores Core i3, i5 e i7

Entenda o que é Core i3, i5 e i7. Saiba quais são as diferenças e o que fazem cada um dos processadores.


Desde o surgimento do primeiro processador criado pela Intel em 1971, a Intel 4004, já se passaram 40 anos e o que antes era um assombroso invento, tornou-se brinquedo que qualquer criança de países modernos pode criar.O interessante é que até pouco tempo o símbolo da tecnologia avançada, para muitos, era o Core2Duo. Mas, os processadores Core i3, i5 e i7 são as realidades da Intel para o mercado que se amplia.

Devido às grandes safras de hardware que surgem aceleradamente, os processadores devem acompanhar este avanço e acabam tornando-se mais confusos e difíceis de serem acompanhados. Para quem não é um técnico muito perito na área, nós explicaremos detalhes importantes sobre a capacidade e funcionalidades de cada um destes três.



Conhecendo o Core i3


Na aposta feita pela Intel nestes últimos lançamentos, ela frisou esses três modelos de processadores para atender diversas exigências do mercado de hardware, sobretudo, para uma massa de usuários, cada vez mais exigente. A linha Core i3, i5 e i7 são basicamente as substituições do Core2Duo. Mais precisamente o Core i3 oferece algumas vantagens e condições melhores para funcionamento do PC. Entre os componentes do i3 você encontrará um controlador de memória DDR, que possibilita a realização de 8 acessos por ciclo, diretamente do processador interno, No core i3 existem dois propensos canais de memória RAM, possibilitando utilização em pares DualChannel (basicamente o que muda é o controlador  de acesso à memória RAM na placa-mãe, que passa a ter dois canais ao invés de um, porém, para esse esquema funcionar é necessário instalar na placa-mãe dois módulos de memória um para cada canal de acesso). 

É perceptível a explosão que tivemos nos processadores que utilizam esses núcleos para deixar o sistema mais eficaz, embora no caso da tecnologia Hyper-threading ou hiperprocessamento, tenhamos uma maior leitura do sistema quando trabalhamos com programas variados. Através do i3 o Windows consegue alcançar no sistema quatro núcleos, isso ocorre pela releitura que é feita no sistema, porém, não é basicamente necessário para o desenvolvimento do processador. O grande diferencial desta tecnologia é que possibilita trabalhar com vários programas ao mesmo tempo e com o mesmo desempenho. É importante frisarmos que a maioria dos programas e jogos roda no core i3. Para quem pretende adquirir o mais rápido possível o i3 será necessário notificar que às placas mães possuem o soquete de encaixe diferenciado, mas, é possível encontrar placas já adaptadas no mercado.



Conhecendo o i5


A diferença entre o i3 e o i5 é basicamente o perfil do usuário, haja à vista, que enquanto o i3 disponibiliza no mercado apenas dois processadores, o i5 conta com seis. O core i5 na verdade não chega a ser o mais veloz disponível, porém, é totalmente o que tem a capacidade de executar todo e qualquer programa e/ou jogo. Uma das grandes vantagens do core i5 é possuir o clock bem menor do processador possibilitando a redução do aquecimento e consequentemente diminuindo o gasto de energia. 

A tecnologia Turbo Boost é outra vantagem do i5 que revolucionou o conceito de rapidez nos processadores, ele aumenta gradativamente, de acordo a necessidade. Possibilita trabalhar verificando todas às frequências, temperatura e voltagem do processador. Nos novos processadores i5 é possível ter acesso a esta impressionante tecnologia inovadora. Devemos notificar também, que o core i5 como os demais da linha, integra uma PCI-Express 2 de até 16 linhas e com dois exclusivos canais controladores da memória.


Conhecendo o i7

Constituindo-se a menina dos olhos da Intel o Core i7 é uma autoridade na linha de processadores considerados completos e o desejo de consumo. Melhores detalhes você encontra na explicação sobre o Haswell que foi baseado nas especificações do i7. 

Ter um processador da linha i7 é ter uma máquina para rodar tudo, mas, vale à pena questionar o fator custo/benefício. Os preços baixaram desde seu lançamento, mas com as novas tecnologias e novas gerações os preços aumentam novamente, embora as gerações “antigas” deixem de custar o quanto custava antes, para quem quer economizar vale a pena pesquisar entre gerações novas e antigas do i7.

Quarta geração

 i3


i5


i7





O que é Haswell?

É o codinome da quarta geração de processadores Core i.
O Haswell herda algumas características dos Yvy Bridge (terceira geração), como o processo de fabricação de 22nm (quanto menor for a unidade, melhor, pois será colocado mais transistores em um espaço pequeno, aumentando a performance e diminuindo o custo). Herda também, transistores Tri-gate, Dual-channel de DDR3, memória cache L1 de 32KB, cache L2 de 256KB e cache L3 de 32MB compartilhado entre todos os núcleos.
É equipado com a tecnologia Turbo Boost 2.0, que permite automaticamente que os núcleos do processador trabalhem mais rapidamente do que a frequência básica de operação quando estiverem operando abaixo dos limites especificados para energia, corrente e temperatura.
Possui multitarefa inteligente que faz diferença, possibilitando usar vários aplicativos sem dor de cabeça, graças a Tecnologia Intel Hyper-Threading.

Baterias que duram mais

Veja a comparação entre a terceira e quarta geração, onde o Haswell é capaz de manter um dispositivo exibindo um vídeo em resolução HD por até nove horas, três a mais que a geração anterior era capaz. Tudo devido ao perfil dos processadores, de baixo consumo avançado, conseguindo deixar em até 13 dias o computador em “standby”.
A Intel também pensou na segurança do usuário, alguns Ultrabooks tem recursos avançados de segurança, que protege informações de identidade e prevenção de fraudes, os chips vem com o Intel Plataform Trust Technology e o Intel antirroubo, garantindo segurança extra.
O desempenho na parte gráfica é significativa, ao ponto dos gamers olharem com bons olhos para Intel. O desempenho ao rodar games ou assistir filmes em alta resolução pode chegar a ser duas vezes superior quando comparado à notebooks com Ivy Bridge. “Com a família Haswell estamos reinventando os notebooks”, afirma o vice-presidente executivo da Intel, Tom Kilroy.

Entendendo a “nomenclatura” número de processadores

É o esquema alfanumérico baseado na geração e na linha de produtos que vem após a marca e seu modificador. O primeiro dígito da sequência de quatro dígitos indica a geração do processador e os próximos três dígitos são números SKU. Onde for aplicável, um sufixo alfabético aparece no final do nome do processador e representa a linha de processadores.
Processadores com o número “4” na frente do ”600”, significa que é a 4ª geração de processadores da família i7, por exemplo, assim como seria da 2ª geração se o dois estivesse antes do seiscentos, e assim sucessivamente.


Sufixo alfabético Descrição Exemplo
K
Desbloqueado

Série de processadores para PC Intel ® Core ™ i7 - 3770K

Série de processadores para PC Intel ® Core ™ i5 - 3570K
QM
Quad-core para portáteis

Série de processadores para portáteis Intel® Core™ i7-3820QM

Série de processadores para portáteis Intel® Core™ i7-3720QM
S
Estilo de vida otimizado pelo desempenho

Processador Intel® Core™ i7-3770S

Processador Intel® Core™ i5-3550S
T
Estilo de vida otimizado pela energia

Processador Intel® Core™ i7-3770T

Processador Intel® Core™ i5-3570T
Perceba que na tabela a cima os processadores são da terceira geração.

Conclusão


Assim percebemos que na linha dos processadores da Intel o i3, i5 e i7, são muito completos. Os preços é que às vezes acabam por prejudicar a aquisição, se bem que nessa altura do campeonato, eles já estão bem mais em conta. Cabe mediar à necessidade e avaliar as diferenças entre os processadores a quantidade de processamento e desempenho que deseja, baseado no que aprendeu sobre o nome dos processadores fica mais fácil de escolher o seu.

Por:Amanda Mata

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Tudo o que você precisa saber sobre cartões SD

SD, micro SD, UHS, Classe 4, Classe 10… conheça o significado de todos estes termos e acabe com a confusão na hora de comprar um cartão de memória.


Eles estão em toda parte: em sua máquina fotográfica, videogame portátil, tablet e até mesmo nos celulares mais simples. Os cartões SD (de “Secure Digital”) são uma forma conveniente, e barata, de armazenar grandes quantidades de informações, o que explica sua popularidade.

Mas eles repetem algo que já vi acontecer várias vezes: uma tecnologia fácil de usar chega e traz consigo um acrônimo. Então alguém cria uma versão melhor, e estende o acrônimo. E pouco depois surge mais uma versão. E logo os consumidores acabam se deparando com uma verdadeira sopa de letrinhas.

Vamos começar pelo básico. Os cartões Secure Digital (SD) são o atual “padrão” para memória flash removível em dispositivos móveis. Eles estão disponíveis em três tamanhos físicos, com uma grande variedade de capacidades e velocidades.

Há alguns recursos pouco usados que justificam o S de “Secure” (Seguro) no nome. Um deles é um sistema de gerenciamento de direitos autorais (DRM) que é mais útil para Hollywood do que para os consumidores: tecnicamente é possível criar um cartão que permite que o conteúdo seja lido, mas não copiado para um PC, por exemplo. Outros recursos mais úteis incluem uma chave para impedir a gravação de dados (apenas nos cartões maiores) e proteção com senha em alguns poucos modelos.
Como disse, os cartões SD estão disponíveis em três tamanhos.

Os três formatos de cartões SD. De cima para baixo: SD, mini SD, microSD

•O modelo original, conhecido apenas como SD Card (Cartão SD) mede 32 x 24 mm. Notebooks costumam ter slots sob medida para estes cartões. São comuns em câmeras e filmadoras digitais.

•Cartões mini SD medem apenas 21,5 x 20 mm. Este 
formato está praticamente obsoleto no mercado.

•Cartões micro SD medem apenas 11 x 15mm, e são os modelos mais usados em aparelhos como smartphones e tablets Android, além de câmeras digitais ultracompactas.




Além disso há adaptadores que permitem que um cartão menor seja usado em um slot maior, como mini SD para SD e micro SD para mini SD, ou micro SD para SD. Frequentemente estes adaptadores vem inclusos na embalagem junto com os cartões menores.

Além do tamanho, há variantes do padrão SD que definem a capacidade máxima do cartão. Esta é independente do tamanho físico: nada impede a criação de um cartão microSD com capacidade maior do que um cartão SD (de fato, isso é comum).

•Cartões “padrão” (SDSC, de “Secure Digital Standard Capacity”) podem ter até 1 GB. Entretanto, existem modelos fora da especificação com capacidade de 2 ou 4 GB, que não são compatíveis com todos os dispositivos.
•Cartões de “alta capacidade” (SDHC, Secure Digital High Capacity) podem ter até 32 GB
•Cartões de “capacidade extendida” (SDXC, Secure Digital eXtended Capacity) podem ter até 2 TB. Entretanto, atualmente não é possível encontrar no mercado cartões com mais de 128 GB.
Há uma outra variante de cartões, chamada SDIO (Secure Digital Input / Output). Eles são menos comuns, funcionam apenas em aparelhos específicos e em vez de armazenamento trazem periféricos como câmeras, receptores GPS ou interfaces Wi-Fi. 

Os cartões também são separados em “Classes” de acordo com a velocidade de escrita de dados. Isso é representado pela letra C com um número dentro, que indica a velocidade em megabytes por segundo (MB/s). A classe não importa muito se você só quer fazer fotos e ouvir MP3, mas é importante para quem quer gravar vídeo, já que quanto maior a resolução da imagem, mais rápido o cartão precisa ser para conseguir registrar os dados sem perda de quadros.

Os cartões Classe 2 (C2) são os mais lentos, com velocidade de 2 MB por segundo, e só podem ser usados para gravação de vídeo em definição padrão. Para gravar vídeo em HD (1280 x 720 pixels) é necessário um cartão Classe 4 (C4, 4 MB/s) ou Classe 6 (C6, 6 MB/s), e para vídeo em alta-definição recomenda-se um Classe 10 (C10, 10 MB/s). 

Alguns cartões mais sofisticados tem um U em vez de um C estampado. Estes são cartões Ultra High Speed, que usam uma nova forma de comunicação (barramento) com o aparelho, portanto precisam de aparelhos compatíveis para atingir todo seu potencial. Um cartão UHS Classe 1 (UHS U1) tem velocidade de 10 MB/s e é adequado para gravação em tempo real de transmissões de TV, por exemplo, e um cartão UHS Classe 3 (UHS U3) chega a 30 MB/s e é adequado para gravação de vídeo em 4K.

Resumindo a história

Ao escolher um cartão para um aparelho (como uma câmera), você precisa levar em conta três variáveis: o formato usado pelo aparelho (SD, mini SD, micro SD), a capacidade suportada e a velocidade de gravação.

Um cartão SDHC de 4 GB não vai funcionar em um aparelho que só é compatível com cartões SDSC, assim como um SDXC de 64 GB não vai funcionar em um aparelho compatível apenas com cartões SDHC. Mas a recíproca não é verdadeira: um cartão SDSC ou SDHC funciona, sem problemas, em um aparelho que suporta cartões SDXC.

Quanto à velocidade, vale o “quanto mais melhor”. Dependendo da capacidade e do fabricante, a diferença entre um cartão Classe 4 ou Classe 6 pode ser mínima ou inexistente. Neste caso, opte pelo mais rápido. Considerando os aparelhos atuais, recomendamos comprar no mínimo cartões Classe 4.

Na dúvida, antes da compra consulte o manual de seu aparelho para ver quais tipos (e capacidade) de cartões são suportados. Se não tiver esta informação, leve o cartão original e procure um modelo similar.

Fonte:Lincoln Spector e Rafael Rigues